quarta-feira, 3 de junho de 2009

4º Sarau - Dia 27/06/2009


Em breve mais informações























sábado, 30 de maio de 2009

Simpatia - por Casimiro de Abreu


Os Bons ventos trouxeram essa semana, o lindo poema de Casimiro de Abreu descrevendo Simpatia como um sentimento que imagino sendo ditado pela boca de uma mãezinha a sua pequena antes de dormir...é um poema meigo, simples e ingênuo que compartilho com vocês agora...


Simpatia - é o sentimento
Que nasce num só momento,
Sincero, no coração;
São dois olhares acesos
Bem juntos, unidos, presos
Numa mágica atração.

Simpatia - são dois galhos
Banhados de bons orvalhos
Nas mangueiras do jardim;
Bem longe às vezes nascidos,
Mas que se juntam crescidos
E que se abraçam por fim.

São duas almas bem gêmeas
Que riem no mesmo riso,
Que choram nos mesmos ais;
São vozes de dois amantes,
Duas liras semelhantes,
Ou dois poemas iguais.

Simpatia - meu anjinho,
É o canto de passarinho,
É o doce aroma da flor;
São nuvens dum céu d'agosto
É o que m'inspira teu rosto...
- Simpatia - é quase amor!

terça-feira, 26 de maio de 2009


Enquanto as palavras não vem...

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Mães maduras


Estudos comprovam crescimento de mulheres que optaram pela maternidade aos 40 anos

Em 2005 o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou pesquisa para localizar o perfil social e econômico de jovens mães de primeira viagem(entre 10 e 19 anos).Uma das constatações foi o aumento de mulheres entre 40 e 49 anos que tiveram o primeiro filho.

Nos grandes centros do país é possível verificar esta tendência, parte dessas mulheres ocupam importantes cargos nas empresas, atuam nas áreas executivas e de liderança. Quase 60% possuem oito anos ou mais de estudos e fazem parte das classes A/B/C. Cerca de 25,7 % possuem rendimento mensal familiar que ultrapassa 10 salários mínimos e,58,8% são financeiramente independentes.

No caso das jovens mães, as diferenças se acentuam em relação às mães de 40. Verifica-se que a maioria das mães adolescentes têm baixa escolaridade e não são economicamente ativas. Boa parte das jovens possui renda familiar inferior, se comparada ao primeiro grupo.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Amor de mãe



Jesus apresenta a realidade da dependência do ramo em relação à árvore. Ele somente dá fruto se for alimentado pelo tronco. Ao contrário, não serve a não ser para ser queimado ou jogado fora (Cf. Jo 15, 1-8). Nossa realidade de seres criados é assim. Sem a dependência de Deus, não somos capazes de realizar o bem, mesmo independentemente de nossa vontade. Nossa vida é alimentada pela presença do Criador, qual uma criança segura pela mão da mãe ou do pai ou de quem por eles. Podemos, posteriormente, na independência e auto-suficiência, seguir por caminhos até contrastantes em relação aos desejados por quem nos transmitiu a vida.

Mas, se dermos cabeçada ou nos embrenharmos por rumos que não nos levam a nada, depende de nós mesmos. Deus, como nos ama, deixa-nos buscar o destino de nossa opção, apesar de Ele não nos abandonar no processo de escolha. Estimula-nos a acertar o caminho mais apto à nossa própria realização, apesar de termos de discernir entre propostas do bem ou do mal. Nem sempre o mais prazeroso no momento será o de mais valia. A propaganda maior estimula nossos sentidos e o intelecto para nos sentirmos mais gratificados sensorialmente e auto-suficientes em relação a Deus. Caímos com frequência na escravidão dos sentidos e de nós mesmos, sem vislumbrarmos libertação.

Deus nos propõe o caminho de dependência, qual ramo do tronco, mas tendo a seiva vital que nos faz revigorados. O próprio Jesus fala que, sem Ele, nada podemos fazer. Nossa realização humana, em verdade, só se dá com nossa mão segura na de Deus. Nossa liberdade só se dá na dependência de Deus, que é plenamente realizadora para nós. A história do filho pródigo é bem elucidativa para entendermos que a liberdade mal usada nos tira da ligação com o Senhor.

Em Maria, a mãe do Salvador, vemos um exemplo concreto de ligação íntima com Deus, que a tornou plena em graça. Deus a escolheu para ele vir como um de nós e nos apresentar o caminho de realização plena. Ensinou-nos o uso da liberdade ligada à sua fonte. Sem bebermos da fonte do amor de Deus, não somos capazes de encontrar a razão de ser da vida. O amor de Maria foi embebido sempre na fonte do amor do Criador. Agora, mãe do Filho de Deus, somente pode nos indicar a razão de ser da vida no amor emanado do Pai e mostrado de modo humanizado por seu filho.

Por isso, o amor materno de Maria é banhado no amor de seu filho, que é o Filho de Deus. Aprendemos com ela a viver como membros da família de Deus na aceitação de, também nós, vivermos nessa fonte e realizarmos o projeto divino em nós. A dependência de Deus, então, nos dá todo o vigor e a razão de viver, focalizando o sentido da vida na direção de Cristo.

Apesar de tanta religiosidade manifestada por maiorias, percebemos muita desconexão entre o contemplado ou sentido em devoções religiosas e sua ligação com postura ética e vivência de valores vislumbrados com a manifestação experimentada no sentimento da fé. A verdadeira dependência libertadora de Deus em Maria a fez viver a coerência de sua missão com o amor de seu Senhor e filho. Oxalá todos pudéssemos imitar Maria com seu amor de Mãe para termos uma sociedade de pessoas coerentes com a fé.
Dom José Alberto Moura
Arcebispo Metropolitano de Montes Claros
por
Arquidiocese de Mariana/MG

Fonte: www.comunidadeshalom.org.br

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Pra refletir um bocadinho...

Hoje vou postar apenas um poema da incrível Cora Coralina para que possamos refletir um bocadinho...

Certamente tem muito a ver com as mães, não acha?


Não Sei
Cora Coralina

Não sei se a vida é curta ou longa demais para nós.
Mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo.
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais.
Mas que seja intensa, verdadeira e pura enquanto durar.


“Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.”

Beijo ENORME

sábado, 16 de maio de 2009

Oferta de Amor


Mãezinha,

Enquanto o mundo te adorna a presença com legendas sublimes, abrilhantando-te o nome, quis trazer-te a homenagem de meu reconhecimento e de meu carinho, segundo as dimensões de tua bondade, e te rememorei os sacrifícios...

Revi, Mãezinha, as tuas noites longas, junto de mim, quando a febre me atormentava no berço. Anjo transformado em mulher, erguias as mãos para o Céu e o que falavas com Deus me caia no rosto em forma de lágrimas!... Tornei a encontrar-te os braços acolhedores, festejando-me o retorno à saúde, com a doçura de teus beijos.

E, vida em fora, o pensamento recuou para lembrar-te...

Com a retina da memória, contemplei-te os lábios pacientes, ensinando-me a pronunciar as preces da infância: e nesses lábios inesquecíveis, fitei os sorrisos de júbilo, quando me deste os primeiros livros da escola.

Depois, acompanhei-te, passo a passo, o calvário de renúncia em que me levantaste para a vida.

Quantas vezes me abraçaste, trocando bênçãos por aflições, não conseguiria contar... Quantas vezes te ocultaste no sofrimento para que a alegria não me fugisse, realmente, não sei...

Passou o tempo e, hoje, de alma enternecida, anseio debalde surpreender as palavras com que algo te venha a dizer de meu agradecimento; entretanto, eu que desejaria medir o meu preito de afeto pelo tamanho de teu devotamento, posso apenas calcular a extensão de meu débito para contigo, a repetir que te amo e que em ti possuo o meu tesouro do Céu.

Perdoa, Mãezinha, se nada tenho para dedicar-te, senão as pérolas do meu pranto de gratidão, iluminadas pelas orações que endereço a Deus por tua felicidade. E, se te posso entregar algo mais, deixa que te oferte o meu próprio coração, neste livro de ternura, por dádiva singela de minha confiança e carinho, num ramalhete de amor. ”


Meimei - Por Chico Xavier

terça-feira, 12 de maio de 2009

Literalmente, MÃE...

Quando a palavra se faz imagem!!!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Ser mãe



Desde o início das primeiras sociedades coube ao sexo feminino a função de ser mãe. Uns acreditam que a maternidade é o destino de todas as mulheres, “ uma dádiva” de Deus. Outros preferem classificá-la como escolha.


Por tempos, as mulheres tinham poucas alternativas tais como, casamento,filhos e afazeres domésticos. Nos anos 60, em meio às revoluções estudantis pelo globo, as correntes feministas tiveram intensificação, foram levantadas bandeiras contra o sexismo e, a necessidade de liberdade de escolhas.

No atual contexto, nota-se que algumas feministas daquela época, abriram mão da maternidade em busca da reafirmação profissional. Acontece que, como afirma a feminista norte-americana Camille Paglia, parte da geração de 60 chegou aos anos 90 se questionando a respeito das escolhas tomadas, o que inclui ser mãe. Paglia alerta as mulheres mais jovens quanto às decisões referentes a filhos e carreiras. Na opinião da feminista, é importante que a mulher visualize como deseja estar aos 40 anos.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Feliz dia das Mães

quinta-feira, 7 de maio de 2009

A importância da Mãe, na educação escolar



De acordo com a tradição a mãe tem estado por trás do bom êxito escolar e tem sido culpada pelo fracasso escolar. Quem não conhece o caso, comum no âmbito das famílias de classe média e das escolas particulares, da mãe que acompanha assiduamente o aprendizado e o rendimento escolar dos filhos, que organiza seus horários de estudo, verifica o dever de casa diariamente, conhece professores e participa das reuniões escolares?
Quem não conhece o discurso, frequente na esfera da escola pública que atende às famílias de baixa renda, do docente frustrado com as dificuldades de aprendizagem dos estudantes e que reclama da falta de cooperação dos pais?

Sabemos que sucesso escolar tem dependido, em grande parte, do apoio direto e metódico da família que investe nos filhos, compensando tanto dificuldades individuais quanto falhas escolares. Trata-se, em geral, de família dotada de recursos econômicos e culturais. A família que está por trás do sucesso escolar, salvo exceções, ou conta com uma mãe em tempo integral ou uma supermãe, no caso daquelas que trabalham muitas horas desempenhando o papel de professora dos filhos em casa, ou contratando professoras particulares para as chamadas aulas de reforço escolar e até mesmo psicólogas e psicopedagogas, nos casos mais difíceis.
As escolas têm contado com a contribuição acadêmica da família de duas maneiras: (1) construindo o currículo (e o sucesso escolar) tacitamente com base no capital cultural similar herdado pelos alunos, isto é, com base no sistema de disposições cognitivas adquiridas na socialização primária ou educação doméstica, o que supõe afinidade cultural entre escola e família (Bourdieu, 1977; Bourdieu, Passeron, 1977); e (2) enviando o dever de casa de modo a capitalizar explicitamente o investimento dos pais, o que requer certas condições materiais e simbólicas, isto é, tempo livre, recursos econômicos (para equipar o lar com livros, computadores, contratar professores particulares) e adesão ao papel de professor, tradicionalmente assumido pela mãe (Carvalho, 1997).
Por ser considerado natural, o apoio da família ao sucesso escolar ainda permanece mais subentendido do que explícito na pesquisa e política educacional, bem como na prática escolar. Igualmente subentendido permanecem as relações de classe e, sobretudo, de gênero, que compõem os modelos de família que conduzem ao sucesso ou ao fracasso escolar.
No caso da escola pública, reconhece-se que os baixos níveis de escolaridade e renda de sua clientela desestimulam tanto a participação dos pais nas reuniões escolares quanto a adoção de deveres de casa. Agora, porém, o modelo de envolvimento dos pais na escola está sendo assimilado no contexto da atual tendência à descentralização da gestão educacional e melhoria da produtividade e qualidade escolar no sistema de ensino público.
Com efeito, a retórica liberal do Banco Mundial está vendendo aqui a idéia da necessidade do apoio dos pais e da comunidade, bem como da maior freqüência dos deveres de casa, como. Fatores determinantes da eficácia escolar. (Heneveld, 1994, p. 6).

quarta-feira, 6 de maio de 2009

É A MÃE...

É a Mãe!!!

É sempre a mãe...

É a mãe quem tem culpa da falha de arbitragem no jogo de futebol;
É ela a maior culpada pelas “barbeiragens” no trânsito...
É a responsável por todas as coisas que não saem do jeito que queremos...
Pelos nossos traumas de infância;
E até por sermos desta ou daquela maneira...

Mas...
Será mesmo?

É sempre bom lembrar que as mães são pessoas comuns que agem, diante de uma determinada situação, da mesma forma que qualquer outra pessoa (até mesmo como nós) e que, por maior que seja o empenho em acertar, estas ações não implicam na certeza de sucesso... (nós “também” erramos, ou não?)

Esta mania de responsabilizar a “mãe” (ou qualquer outro ser) pelo que ocorre em nossa vida precisa ser repensada.

A responsabilidade por tudo que acontece conosco é somente, única e exclusivamente nossa.

Como a “culpa” não é uma coisa “boa”, temos o hábito (inconsciente) de buscarmos uma “zona de conforto” tirando-a dos nossos ombros e a transferindo para terceiros, responsabilizando-os plenamente.
É mais “confortável”, para nós, que os outros “errem”.
Mesmo que seja aqueles a que mais amamos...

Para que haja menos “culpas” é preciso entender que, se na época agimos de determinada forma, é porque consideramos, para aquela ação, apenas o que conhecíamos até aquela oportunidade...
Hoje, para a mesma reação, consideraríamos, além do que sabíamos na época, tudo o mais que aprendemos desde então.

Por isso é que acabamos nos sentindo “culpados”...

Então...
Pense um pouco nisso para podermos comemorar, sem culpas, o próximo domingo...

Beijo ENORME


(Aproveitando, quero mandar dois beijos ENORMES e ESPECIAIS para duas pessoas muito importantes que aniversariam por estes dias: minha esposa e um grande amigo...)

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Jesus X Cinderella




























...Em verdade vos digo...Estava pensando aqui com os meus botões, sobre a esperança, sobre esta coisa de ser salvo,e pércebi uma grande semelhança entre Jesus e o prícipe da cinderella, vi também que muitasreligiões, santos e profetas sempre apareciam,em momentos que o povo estava em aflição e sofrimento, e as profecias sempre clamaram a chegada de um salvador.bom se temos um povo, escravizado, por outro povo..temos ai um número grande de pessoas..e o herói é um só!( será q por isso q ele é herói?), bem..mas o que mudaria então este pobre mancebo?A IDÉIA, e Jesus no caso, tinha uma idéia simples e clara, direta e genial..o Amor...mas naum era essa salvação q eles queriam..( o povo tava f..e ainda escolhia como queria ser salvo....).Mas..para muitos a salvação chegou, mas ai penso...foi Jesus q salvou, que curou?..Ele sempre dizia " foi tua fé que te curou.."Logo entendo..q a cura já existia ali...e a pessoa acreditou e se curou..E mais, será que então agora neste exato momento, a cura para nossas dores e sofrimentos,já estão aqui mesmo e a gente fica esperando, um salavador, um milagre?..Pra encurtar, cinderela..tava lá zuada pelas irmãs e madrasta..e ficava sonhando com o taldo pricipe até q ele apareceu e foram felizes para sempre....dãããã..1 de abril!!!..kkkk...Será q ela antes de sonhar com isso nunca pensou em sair de casa, ela mesma contruir a felicidade dela?..trabalhar...sair, conhecer pessoas?...hmm..hoje ..a gente ainda faz isso..põe na mão de estranhos a resposabilidade de nos fazer felizes, esperamos forças e milagresexternos, sendo que nós já somos um milagre em si, e que dentro de nós existe aquele Cristosalvador, e de uma forma bem direta somos apoiados por Ele e por Deus e tooodo o UniversoChega de esperar...cinderela nunca existiu muito menos o pricipe e Jesus nunca voltará...porque Ele nunca foi, e esta aqui e agora.Deixo aqui algumas imagens para sua apreciação.Eu as olho toda vez q me sinto fraco e desanimado, procuro me achar no meio delas...e penso:"Nossa como sou pequeno, praticamente uma bactéria, infima matéria, sou pequeno mas naum sou insignificante, faço parte disso ai, e sei q tenho o meu lugar garantido,minha função e responsabilidade,sim faços parte de algo grande....muito grande..."olhe vc mesmo..abraço


Esta é nossa casa...olha ali a gente ...viu? se encontrou ?



Pequenas Verdades Pessoais

Mentia descaradamente para si mesmo.
Era a forma de também se esconder das obrigações de aprender isso ou aquilo.
Também ficava mais suave para viver os eternos conflitos sociais. Não eram os
conflitos sobre racismo, política ou religião, mas essas pequenas feridas que nossa
sociedade resolve manter aberta.

E as mentiras que ouvimos desde pequeno?

-Você não sabe isso. Jamais vai aprender aquilo.
- Você, você, você.

Sou tudo isso que a sociedade me faz pensar ser, ou será que posso ser único e
insubstituível sendo apenas o que aprendi até agora, e me esforçar em ser mais?

Sim! Nós sabemos as respostas, nós somos e podemos ser aquilo que queremos. Talvez seja a melhor forma de estar sempre em evolução.

Dedico este texto em especial a minha mãe, que se esforça diariamente para vencer as mentiras do tempo de criança quando estudava e agora vence de forma significativa a volta aos estudos.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Mentiras, verdades...

por Cako Luiz

A vida se transforma,
e nos transforma.
Muda nossos rumos
Traça novos caminhos
Altera nossos destinos
Nos prega peças!!

E nos caminhos diferentes
sempre nos reencontramos.

Amigos ausentes...
"Amigos?!?"
Desenganos!

E nas mentiras, prevalece uma verdade
Que não deve ser dita...
nem revelada!
Guardada!

Deve-se viver...
Sobreviver...
Mentir...
Omitir...

Sentimentos!

Enfim,
Recordações perdidas,
Vivendo precioso presente,
Deixando o tempo fluir
E o futuro que há de vir
Rirá de nós amanhã!

E nessa verdade, deixar a mentira transparecer!
e viver mesmo sem saber o porque!

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Nossas mentiras



As mentiras fazem parte de nossas vidas, podem nos levar a caminhos diversos, nos tornar prisioneiros ou simplesmente cúmplices. Pode-se acreditar na mentira, praticá-la ou tão somente desprezá-la.Os cantores e compositores também usufruem desta temática, selecionei uma música que fala sobre a mentira como obstáculo para um relacionamento. Versão original em inglês, composta e interpretada por Glen Hansard. A música faz parte da trilha sonora do simpático filme irlandês Apenas Uma Vez(Once).

Lies (Glen Hansard)

I think it's time, we give it up And figure out what's stopping us
From breathing easy, and talking straight
The way is clear if you're ready now

The volunteer is slowing down And taking time to save himself
The little cracks they escalated And before
you know it is too late For making circles and telling lies
You're moving too fast for me And I can't keep up with you

Maybe if you slowed down for me I could
see you're only telling Lies, lies, lies
Breaking us down with your Lies, lies, lies When will you learn

The little cracks they escalated And before
you know it is too late
For making circles and telling lies

You're moving too fast for me And I can't keep up with you Maybe if you'd slowed down for me I could see you're only telling Lies, lies, lies
Breaking us down with your Lies, lies,
lies When will you learn So plant the thought and watch it grow Wind it up and let it go

TRADUÇÃO

Mentiras

Acho que é tempo de desistirmosE descobrir o que está nos impedindo
De respirar facilmente e conversar direito
O caminho é claro se você está pronto agora O voluntário está se acalmandoE tirando um tempo para salvar a si mesmo

As pequenas fendas eles escalaram
E antes de você saber que é muito tardePara fazer círculos e dizer mentiras
Você se move rápido demais para mimE eu não consigo acompanhar você
Talvez se você diminuisse o passo pra mim

Eu pudesse ver que você só está dizendo Mentiras, mentiras, mentiras
Nos separando com suasMentiras, mentiras, mentirasQuando você vai aprender?
As pequenas fendas eles escalaramE antes de você saber que é muito tarde
Para fazer círculos e dizer mentiras

Você se move rápido demais para mimE eu não consigo acompanhar você
Talvez se você diminuisse o passo pra mim
Eu pudesse ver que você só está dizendoMentiras, mentiras, mentiras
Nos separando com suasMentiras, mentiras, mentirasQuando você vai aprender?
Então plante o pensamento e assista-o crescer Sopre-o e deixe


domingo, 26 de abril de 2009

Música - 003

Gira o mundo...

Há algumas semanas comprei uma placa 3G. Por incrível que pareça, antes disso não tinha acesso à internet para fins pessoais. Trabalho com internet há anos e sempre a encarei com certa restrição, talvez pelo fato dela me lembrar muito o ambiente do escritório. Evitava-a completamente em outros ambientes. Com a placa e a responsabilidade de pesquisar bons sons e publicar aqui, essa história mudou um pouco. Aliás, mudou tudo.

Passo dias baixando e ouvindo músicas e fico um pouco abismado com o mundo de possibilidades que essa ferramenta traz. E não falo apenas de capacidade logística (downloads) infinitamente maior que teríamos a alguns anos, mas também na capacidade de conhecimento. Talvez minha constatação seja tardia e possa até estar chovendo no molhado, mas não poderia deixar de fazê-la antes de justificar a escolha da pauta dos próximos posts.

Sou um grande curioso, como todo bom geminiano, e me sinto obrigado a olhar tudo que eu imagine que exista. O que está obviamente exposto eu olho também, mas adoro descobrir o que está do outro lado, embaixo, em cima, um pouco mais pro canto, enfim, tudo.

Enquanto estava ouvindo algumas bandas para planejar as próximas colunas, apareceu no meu winamp uma banda japonesa de jazz/rock bastante interessante. Olhei para o restante da lista e só vi nomes brasileiros e americanos. Alguns ingleses, no máximo. De repente me passou pela cabeça que talvez pudesse existir música em outros lugares do mundo. Hehehehe... Googlei, e não é que existia mesmo! Rock no Japão, R&B afro-francês e outras coisas beeeeeeeeem diferentes.

Estou escutando muita coisa e com bastante calma, até para dar uma filtrada e, a partir desse post, gostaria de dividir com vocês algumas gratas surpresas.

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Tokyo Jihen

Álbum: Otona

“Tokyo Jihen”, ou “Tokyo Incidents”, com certeza não é a banda de maior sucesso do Japão, apesar de dispor de uma base de fãs consideravelmente grande. A banda é o resultado da fusão entre uma cantora famosa e sua banda de apoio. Fato bem esquisito não fosse Shiina Ringo a responsável pela iniciativa. A cantora, conhecida pela sua excentricidade, resolveu, ao final da turnê de sua carreira solo de 2003, ser apenas mais uma na banda, dando assim, vazão para a capacidade criativa da turma que antes simplesmente a acompanhava.

Após uma primeira fase conturbada, com direito a troca de parte dos membros, o Tokyo Jihen consegue construir uma identidade sonora e se firmar como destaque na cena do rock japonês. O amadurecimento dessa segunda fase resulta no álbum “Otona”, ou “Adult”, que consegue mesclar, com equilíbrio, todas as influências sofridas por eles e, ainda assim, ser comercial.

Após acostumar o ouvido com a língua japonesa sendo cantada, você mergulha numa experiência bastante única. Imagine pegar do Jazz o virtuosismo instrumental, a criatividade e as harmonias ricas (como estamos acostumados a ouvir na nossa MPB). Do Rock, a energia e a irreverência. Acrescente a tudo isso uma pitada de batidas eletrônicas e você terá os sons que a galera do Tokyo Jihen propõe nesse álbum.

Existe um equilíbrio claro entre as músicas que poderíamos chamar de “dançantes” e as que classificaríamos como “baladas”. Mas não espere ouvir um violão chamando um refrão grudento, ou algo do tipo, quando usamos esse termo. Até mesmo as músicas “mais lentas” são bem trabalhadas e trazem alguma referência ao Jazz ou até mesmo a música clássica.

Para saber mais:

Grande parte do material sobre eles está em japonês, mas tem uma breve descrição sobre eles no wikipedia (inglês):

http://en.wikipedia.org/wiki/Tokyo_Incidents

Para ouvir e ver:

01 - Himitsu (http://www.youtube.com/watch?v=N7O-IDGXRgE)
02 - Kenka Joutou (http://www.youtube.com/watch?v=ru-ciyUAZFI)
03 - Keshou Naoshi (http://www.youtube.com/watch?v=N3ZFymcEdWA)
04 - Super Star (http://www.youtube.com/watch?v=U0j6gFAO1cQ)
05 - Shuraba - Adult Version (http://www.youtube.com/watch?v=1wVT-ZtmPQ4)
06 - YukiGuni (http://www.youtube.com/watch?v=CIjRSNNfiQU)
07 - Kabuki (http://www.youtube.com/watch?v=fvbLLfF_Us8) – Cada um faz um solo!
08 - Blackout (http://www.youtube.com/watch?v=edAS_8vTBJI)
09 - Tosogare Naki (http://www.youtube.com/watch?v=fAVALFNwB98)
10 - Toumei Ningen (http://www.youtube.com/watch?v=uBuf8nV_k_4)
11 - Tegami (http://www.youtube.com/watch?v=_17RuIe3YGI)

Para baixar:
Consulte-nos! hehe


Caso você conheça uma “boa banda desconhecida”, mande-nos o nome ou algum material. Qualquer outra sugestão, dica, crítica, nos procure!

Próximo Post:
Les Nubians


Mullinari___________
04 17 18 25 83 99 ??


quinta-feira, 23 de abril de 2009

Novo Acordo Ortográfico: Dificuldade para professores e alunos??



O novo acordo privilegia a fonética, aproximando a língua escrita da língua falada; no que toca às diferenças orais e gramaticais, permanece tudo na mesma, quer em Portugal como no Brasil; como a ortografia vai ficar muito semelhante à forma como falamos, os alunos vão errar menos. Com o acordo, pode-se verificar que a língua está em constante evolução, bem como algumas mentalidades, porém, nota-se que vai existir uma certa dificuldade em implementar o acordo em determinadas camadas sociais; em contra partida, nas escolas não vai haver algum período de transição e isso vai fazer com que a mudança dos manuais escolares, gramáticas e dicionários tenha de ser feita de imediato; o novo acordo não vai integrar alterações trazidas pelos países africanos, sendo as mesmas viradas para Portugal e Brasil.
O mundo muda. Tudo, um dia, evolui. Chegou a hora da nossa língua. Se nada disso acontecesse, ainda estaríamos falando e escrevendo “vossa mercê”. Hoje usamos o “você”, e é bem provável que o “vc” não esteja tão distante da incorporação.

É estranho dois paises falarem a mesma língua e usarem grafias diferentes. Segundo José Luiz Fiorin, professor de lingüística da USP, a montagem de documentos internacionais tem de ser feita nas duas ortografias, brasileira e portuguesa.

O Acordo foi proposto como forma de simplificar e padronizar a língua portuguesa, já que ela é falada por mais de 215 milhões de pessoas, ou seja, é a quinta língua mais falada no mundo. Assim como a língua inglesa é padrão e referência no mundo inteiro, o português terá seu padrão a ser seguido em todos os países que falam a língua de Camões. É uma estratégia de driblar o espaço e o tempo, responsáveis pelas milhares de variações que podemos encontrar na análise dos textos ao redor do mundo.

O linguista Marcos Bagno escreve um excelente artigo em seu site destacando a importância política do acordo. Ele prefere a expressão acordo ortográfico à reforma ortográfica, pois não ocorrem mudanças radicais, uma vez que só houve alterações em cerca de 0,5% das palavras do português falado no Brasil.

Segundo o Ministério da Educação (MEC), haverá um período de transição entre 2009 e 2011 (ou seja, permitindo as duas grafias como corretas) para todas as adaptações possíveis da ortografia, incluindo editoras, currículos escolares, vestibulares, concursos públicos e demais recursos usuários da língua portuguesa.

O acordo deve ir para a frente, principalmente para mostrar às mentes mais conservadoras, que a mudança traz sempre algo de bom, podendo assim alterar um pouco a maneira como vemos o mundo e principalmente aproximar-nos dos países lusófonos.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

ATREVA-SE!

Esta semana vou postar um pequeno vídeo, que por si só diz tudo: ATREVA-SE!

É bom lembrar que o “não” a gente já tem como resposta, antes mesmo de perguntar...

Se nos atrevermos, sempre existe a possibilidade de recebermos como resposta um “sim”...

Existe a possibilidade das coisas maravilhosas acontecerem...
De conseguirmos!
De vencermos!

E se por acaso, ainda assim, recebermos um “não”, é bem provável que o caminho a seguir não seja este que escolhemos...

Que algo melhor esteja preparado...


Como no caso daquele devoto que em suas orações a Deus, dizia:

- Ó Deus... Oro a ti todos os dias, sou caridoso, devoto... Procuro dar o melhor de mim e mesmo assim o senhor não responde às minhas súplicas...

Ouve-se então uma voz muito forte, vinda dos céus, que dizia:

- Porra meu! Eu te respondo sim... É você quem não escuta... A resposta às suas súplicas é “não”!!!

Beijo ENORME


sábado, 18 de abril de 2009

...a verdade que é ser Gente Grande

Utilizarei desse espaço para contar em míudos a verdade do que é ser Gente Grande nos dias de hoje, através de um dos Maiores Sábios da História em Todos os Tempos...o Grande, mas Pequeno Príncipe, que uma vez me disse assim:

"As pessoas grandes adoram os números. Quando a gente lhes fala de um novo amigo, elas jamais se informam do essencial. Não perguntam nunca: "Qual é o som da sua voz? Quais os brinquedos que prefere? Será que coleciona borboletas?" Mas perguntam: "Qual é sua idade? Quantos irmãos ele tem? Quanto pesa? Quanto ganha seu pai?" Somente então é que elas julgam conhecê-lo. Se dizemos às pessoas grandes: "Vi uma bela casa de tijolos cor-de-rosa, gerânios na janela, pombas no telhado..." elas não conseguem, de modo nenhum, fazer uma idéia da casa. É preciso dizer-lhes: "Vi uma casa de seiscentos contos". Então elas exclamam: "Que beleza!"


Antoine de Saint-Exupéry


...Bons Ventos...